Dilma quer processar Bolsonaro por declaração nos EUA

Bolsonaro, em momento de sinceridade, afirmou que “quem até há pouco ocupava o governo teve em sua história suas mãos manchadas de sangue na luta armada”

Presidente Jair Bolsonaro, com a sua costumeira sinceridade, afirmou que “quem até há pouco ocupava o governo teve em sua história suas mãos manchadas de sangue na luta armada”, em viagem a Dallas, Estados Unidos. A afirmação foi feita na entrega do prêmio personalidade do ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.
— Quem até há pouco ocupava o governo tinha suas mãos manchadas de sangue da luta armada, matando inclusive um capitão, como eu. Eu rendo homenagem aqui ao capitão Charles Chandler, um herói americano. Talvez um pouco esquecido na história, mas que escreveu sua história passando pelo Brasil — discursou Bolsonaro.

Entre 1967 e 1972, Dilma integrou grupos terroristas de luta armada conhecidos por Política Operária (Polop), Comando de Libertação Nacional (Colina) e Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), dedicadas a combater o Regime Militar para transformar o Brasil em uma ditadura comunista. Condenada por ataques terroristas e envolvimento em roubos e assassinatos, passou três anos presa no presídio Tiradentes, em São Paulo (entre 1970 e 1972). No final dos anos 1970, no Rio Grande do Sul, ajudou a fundar o PDT, de Leonel Brizola. Em 1990, filiou-se ao PT. Dilma usava identidades falsas e seus pseudônimos eram: Estela, Wanda, Luiza, Marina ou Maria Lúcia

Dilma (que tem severos problemas cognitivos), afirma que suas mãos estão limpas e fortalecidas. “Minhas mãos estão limpas e foram fortalecidas, ao longo da vida, pela militância a favor da democracia, da justiça social e da soberania nacional. Foi esta luta que me levou à Presidência da República, cargo que honrei representando dignamente meu País, sem me curvar a qualquer potência estrangeira, respeitando todas as nações, dá mais empobrecida à mais rica”.

Deixe uma resposta