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Ricardo Salles é condenado por improbidade administrativa

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Justiça de São Paulo suspende direitos políticos de Salles,indicado por Bolsonaro para o Meio Ambiente, por fraudes na elaboração do plano de manejo da Área de Proteção Ambientar Várzea do Rio Tietê, com propósito de beneficiar empresas de mineração e filiadas à Fiesp – Federação da Indústria doestado de São Paulo. Inquérito Civil apurou irregularidade como a modificação de mapas, alteração da minuta do decreto do plano de manejo e perseguição a funcionários da Fundação Florestal.

Ricardo Salles (NOVO), advogado, foi condenado em ação civil pública por improbidade administrativa enquanto era secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa no fim da tarde de ontem. Cabe recurso.

A decisão é do juiz Fausto José Martins Seabra, da 3ª Varada Fazenda Pública de São Paulo, como informa o Estado de S.Paulo, sobre ação do Ministério Público que acusava o futuro ministro de ter favorecido empresa sde mineração em 2016, ao fazer mudanças nos mapas de zoneamento do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Tiete. Na época, Salles era secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, durante a gestão do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

O juiz Fausto José Martins Seabra condenou Salles à suspensão dos direitos políticos por três anos e o pagamento de uma multa equivalente a dez vezes o salário de cerca de R$20 mil que recebia quando secretário. Com a decisão, ele também fica proibido de ser contratado pelo Poder Público.

*Com informações da Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo

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