Santander é obrigado a fazer duas exposições sobre diversidade

Santander é obrigado a fazer duas exposições sobre diversidade

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Após grande mobilização da sociedade contra a pedofilia, blasfemia e zoofilia que a mostra Queermuseu apresentava, Ministério Público Federal decidiu que a instituição deverá abrir DUAS exposições sobre diversidade.




Estamos vivemos dias obscuros. Uma mostra em que Jesus Cristo segura itens de sexshop, hóstias com palavrões, pessoas tendo relações sexuais com animais, negro fazendo sexo oral e anal com dois rapazes, Virgem Maria segurando um macaco, entre outras aberrações como “criança viada; travesti da lambada e deusa das águas”, foi considerada normal, em prol das minorias e objeto de censura.

Santander Cultural terá como punição, por ter cancelado a mostra com 30 dias de antecedência, fazer duas exposições, com o mesmo tema, na ótica dos direitos humanos,  por 120 dias.

Uma trará questões sobre intolerância e a outra sobre as formas de empoderamento das mulheres na sociedade contemporânea.

A decisão considera que a mostra foi realizada com recursos da Lei Rouanet e que é inconstitucional interferir sobre o espaço destinado à promoção da cultura.

Preparem-se para exposições “artísticas” com abortos, sangue menstrual e outras bestialidades que estamos acostumados a ver.



A instituição deverá manter medidas informativas sobre eventuais representações de nudez, violência e sexo nas obras que serão expostas, assegurando a proteção à infância e juventude.

Caso Santander não cumpra o acordo assinado, pagará uma multa de R$ 800 mil.

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