Quem Jair Bolsonaro representa na política nacional?

A grande mídia, que se julga ao mesmo tempo formadora e representante da opinião pública, odeia Jair Bolsonaro. A quantidade de notícias que atacam Bolsonaro, direta ou indiretamente e diuturnamente, é prova cabal desse fato. Há um esforço evidente, por parte da grande mídia, para desconstruir a imagem de Bolsonaro e esse esforço aumenta na medida em que aumenta o apoio popular a ele.



Apesar das perseguições e do empenho da grande mídia em denegri-lo, Bolsonaro ganha a cada dia que passa mais apoio popular. O que explica isso? O que Bolsonaro representa para esse percentual crescente de brasileiros que o apóia?
A grande mídia subestimou demais o povo brasileiro. É evidente que ela tem grande força e poder sobre o imaginário popular, afinal, seus tentáculos estão por toda parte e penetram nas casas pelas telas das TVs ou pelo som dos rádios. Por isso, talvez, a grande mídia acreditou que o povo seria meramente gado sobre o qual ela teria total controle; esqueceu de ouvi-lo, de tentar entende-lo, separou-se da realidade popular e incrustou-se em seu trono celestial de regente dos ignorantes.
Mas tudo tem limite e o povo não é gado…
As catástrofes que se abateram sobre o Brasil, corrupção sistêmica na política, crescimento do crime organizado, índices aberrantes de criminalidade, falência da saúde pública, falência da educação e a censura silenciosa do politicamente correto, levaram uma multidão à revolta. Essa revolta, filha da sede de justiça, não tinha voz. Ela reclamava e era ignorada; queria falar não podia; queria opinar e era criminalizada; suplicava e ninguém do Olimpo midiático lhe concedia a palavra… Foi então que, numa circunstância bem curiosa, essa revolta saiu às ruas. Naqueles idos de 2013 pela primeira vez, a grande mídia percebeu que não estava entendendo muito bem o que estava acontecendo, seu gado já não estava mais tão domesticado… O fenômeno das mídias sociais começava a solapar a hegemonia da grande mídia. Pelas mídias sociais o povo ignorado, cuja voz foi criminalizada ou simplesmente silenciada pela grande mídia, começou a ser ouvido; começou a falar e a criticar seus algozes; começou a multiplicar pela internet sites, blogs, faces, comunidades, youtubers, todos se dizendo conservadores ou simplesmente de direita, querendo com isso indicar que não aguentavam mais o julgo dos esquerdistas.



O povo finalmente encontrou uma Ágora, onde podia falar e ser ouvido. Agora ele podia dizer abertamente para quem quisesse ouvir que quem mata um pai de família para lhe roubar merece pena de morte; agora ele podia dizer que nossas leis são frouxas e reina de alto a baixo uma cultura da impunidade; agora ele podia dizer que os tais defensores dos direitos humanos só defendem bandidos; agora ele podia dizer que bandido não é vítima da sociedade coisa nenhuma! Agora ele podia dizer que é contra o aborto; agora podia dizer que não quer seu filho de 6 anos com um kit gay nas mãos; podia dizer que é contra o casamento gay e explicar que, apesar de respeitar o gay com o respeito devido a qualquer ser humano, ele simplesmente tem o direito de pensar que casamento é uma união legítima entre homem e mulher; agora ele podia mandar os deuses do Olimpo midiático irem à merda com suas fake news; agora alguns do povo podiam dizer que o comunismo é por natureza genocida; que o socialismo só gerou miséria e tirania onde se instalou; podiam expor a hipocrisia e a safadeza de esquerdistas petistas ou sociais democratas; podiam xingar aqueles que nada merecem tão justamente quanto um tonitruante xingamento. Em suma, podiam dizer que o Olimpo midiático não os representa e que não são obrigados a se submeter às manipulações do discurso politicamente correto, que nada mais é que a ditadura ideológica das esquerdas por meio do controle da linguagem.
O povo nas mídias sociais, apesar dos golpes nojentos do foicebook, sentia-se livre da censura tácita, mas efetiva da grande mídia. Mas e no Congresso Nacional? Lá o povo tinha voz? Voltando-se para nossa classe política, essa parcela gigante do povo não encontrou ninguém que falasse sua língua; não encontrou ninguém que lhe representasse realmente, a não ser um homem: Jair Bolsonaro. Houve, portanto, uma identificação natural entre ele e o povo silenciado. Jair Bolsonaro passou a ser a voz do povo no Congresso e, mesmo não havendo uma identificação absoluta entre os posicionamentos do deputado e todas as ideias particulares de cada um do povo, há sem dúvida uma identidade clara entre as pautas de Jair Bolsonaro e as exigências mais urgentes do povo brasileiro.
Jair Bolsonaro, portanto, representa as demandas de um povo que foi maquiavelicamente manipulado, enganado, silenciado e já não aguenta mais tamanha inversão de valores e tal desordem reinante; Jair Bolsonaro representa um povo que está reconquistando o direito e o orgulho de não ser um mero fantoche de uma “elite” intelectual e política tresloucada que destruiu seu país e ainda quer ser tratada com respeito e palavras bonitas; Jair Bolsonaro representa, por fim, o direito e o profundo desejo do povo brasileiro de gritar aos comunistas, socialistas, sociais democratas e a todos aqueles bandidos grandes ou pequenos que ajudaram e ajudam a afundar nosso país:
“Canalhas! Canalhas mil vezes!”.
Ronaldo Mota



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