Queermuseu, M.A.M e OAB – O que elas têm em comum?

Em Porto Alegre, no mês de Setembro, foi realizada a mostra cultural “QueerMuseu”, onde símbolos religiosos foram profanados, crianças expostas a quadros com apelo sexual, incentivo a prostituição de menores e indução a pedofilia.





Já no M.A.M, Wagner Miranda (o “artista” que estava nú) se propôs a deixar uma criança de 04 anos tocar em seu corpo.

E qual o problema disso? O problema que a criança, quando exposta a uma situação dessas com incentivo da mãe, vê isso como normal. Ou seja, caso ela se depare com um pedofílo, ela não terá defesa contra o agressor, já que ela já foi exposta a isto com o consentimento da mãe.

O pedófilo, antes de abusar das crianças, ele as expõe a diversos materiais de cunho pornográfico para que a mesma acostume com a idéia, veja como normal e não ofereça resistência.

 

A OAB/SP, no dia 07 de Outubro (sábado), A Comissão da Diversidade Sexual da 12ª Subseção da OAB-SP realizará um evento sem qualquer relação com a advocacia: um “papo” sobre “LGBTIfobia Infantil”. Ou seja, ideologia de gênero para crianças.





O evento contará com a participação da pedagoga Silvana Aparecida Nieto Lopez, do psicólogo Carlos Henrique da Costa Tucci e do defensor público Bruno Cesar da Silva. Haverá “monitoria infantil” para os pais interessados em levar seus filhos, desde que eles liguem para “informar quantas crianças irão trazer no dia do evento”.

 

Mas o que elas têm em comum?

A tentativa de acabar com a inocência da infância. A tentativa de colocar a criança como um ser sexual e capaz de lidar com a sexualidade.

Através do movimento GLBT, se utilizam de técnicas de dessensibilização  para que a sociedade não reaja agressivamente ao abuso de crianças, podendo assim perverter crianças.

Vide Fátima Bernardes. Fátima sempre aborda o tema “Transexualidade na infância” e traz algumas crianças com disforia de gênero que, ao invés de serem assistidas por psiquiatras, tem seu comportamento reforçado pela Rede Globo, mostrando para as donas de casa que não é preciso se ater ou buscar ajuda caso seu filho apresente sintomas da disforia. O que a dona de casa precisa, na verdade, é buscar um endócrino para tratamento hormonal e começar a transição. MESMO SABENDO QUE ISSO É UMA FASE E QUE CRIANÇAS IMITAM OS ADULTOS QUE ELAS MAIS SE IDENTIFICAM.



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Já os Direitos Humanos, quer que pedófilo, ao se tornar um abusador (entenda: pedófilo é aquele que sente atração por pré-púberes – pedófilos exclusivos-, o “não-exclusivo” – que envolve crianças e adolescentes e o “limitado ao incesto” – somente seus filhos. Ele se torna abusador, quando ele ABUSA da criança), seja levado a um centro psiquiátrico e não a prisão. Ou seja, além de estuprar uma criança, ele deve ser conduzido a um hospital e devidamente conduzido a uma ala psiquiátrica.

 

Mas por que através do Movimento GLBT?

Primeiro esclareço que os homossexuais, em sua grande maioria abomina o abuso de menor. Os mesmo se posicionaram contra tais amostras (queermuseu e MAM).

Porém, o movimento é usado como massa de manobra, evitando ataques ferozes, pois a maioria das pessoas tem medo de serem taxadas de homofóbicas.

Se sentem constrangidas ao criticar um “artista” gay que deixa ser tocado por crianças ou uma mostra, onde seu curador é homossexual.

 

Mas por que estão querendo perverter as crianças?

Uma das premissas do comunismo/feminismo é acabar com a família tradicional, enfraquecendo a base mais sólida da sociedade, podendo assim implantar o comunismo sem muita ou nenhuma resistência.

As feministas? Da onde você tirou isso?

De acordo com a feminista Vivian Gornick, ser dona de casa é uma profissão ilegítima. . Escolher servir e ser protegida, e planear ser uma geradora de família, é uma escolha que não deveria existir. O cerne do feminismo radical é alterar isso.”

Shulamith Firestone, uma feminista radical dos anos 70 que, apesar das feministas a acharem uma mente brilhante, acabou em um manicômio, defendia a liberação do incesto.

Em seu livro A dialética do sexo, entre outros temas, ela prega que o incesto é um tabu para reservar a família e que isso nos reprime sexualmente.

Simone de Beauvoir, a mesma que prega que: “ninguém nasce mulher, torna-se”, era fiel apoiadora do movimento nazista e levava crianças (seus alunas) para seu companheiro, Jean-Paul Sartre, estupra-las.

Sobre as donas de casa, Beauvoir disse: “Uma parasita a sugar a vida de outro organismo. A dona de casa não caminha para a criação de algo durável . ..  O trabalho que a mulher faz dentro de casa não é diretamente útil para a sociedade; não produz nada.  A dona de casa é subordina, secundária, parasítica. É para o seu bem que a situação tem que ser alterada de modo a proibir o casamento como uma “carreira” para as mulheres.”, também disse: “Enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a viver sob opressão …. Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão. Isso é uma forma de forçar as mulheres numa certa direção. ”

 

Kate Millett, em Politicas Sexuais, disse: ““Enquanto a mulher for a cuidadora principal das crianças ela está a ser prevenida de ser um ser humano livre.”

 

Betty Friedan, em “A Mística Feminina”, de 1963, esclarece que: ““As donas de casa são desmioladas e sedentas por coisas. . . e não pessoas. O trabalho doméstico ajusta-se na perfeição às capacidades das mentes débeis das raparigas. Isso prende o seu desenvolvimento no nível infantil, pouco menos que uma identidade pessoal com uma inevitável fraca consciência de quem é. . . . As donas de casa encontram-se perante um perigo análogo ao perigo que correram aqueles que caminharam para a sua morte nos campos de concentração. Os factores que levaram à destruição da identidade humana de tantos prisioneiros não foram a tortura ou a brutalidade, mas as condições similares àquelas que destroem a identidade da dona de casa americana.”

 

Mas e a OAB? Porque esta envolvida nisso?

A OAB é classificada como um órgão federal “sui generis” pelo STF, na medida em que não é autarquia federal, mas possui financiamento garantido pelo estado – o qual obriga todos os advogados do país a serem aprovados e pagarem anuidade à OAB.

Por ter financiamento estadual e abrigar em seu alto escalão, pessoas ligadas ao governo e aos Direitos Humanos, segue a agenda proposta pelo Governo.

Como a proposta de ensino sobre ideologia de gênero feita pelo MEC foi recusada pela sociedade, nada mais conveniente a OAB dar início a tal agenda. Afinal, se há advogados articulando tal evento, na concepção da maioria, é seguro, é legal e não há qualquer problema.

 

Precisamos combate-los. Nossas crianças correm perigo.

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