Provas contra o Lula

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Fausto Macedo, do Jornal “Estadão” traz a luz todas as provas que envolveram o processo do famigerado “Triplex”.

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A Polícia Federal apreendeu na casa de Lula, em São Bernardo do Campo, documentos sobre a aquisição de apartamento pelo ex-presidente e a ex-primeira-dama Marisa Letícia (morta em fevereiro de 2016, vítima de um AVC) no então Residencial Mar Cantábrico.

Um dos documentos é um termo de adesão e compromisso de participação, datado de 1 de abril de 2005 e assinado por Marisa Letícia para aquisição da unidade 141, com três quartos e preço estimado em R$ 195 mil. O papel é assinado também pelos representantes da Bancoop.





Também foi apreendido na casa de Lula um terceiro termo de adesão e compromisso de participação para aquisição de direitos sobre uma unidade residencial identificada como apartamento 174, no Edifício Navia, então um duplex, o mesmo apartamento que, com a transferência do empreendimento à OAS, se transformaria no apartamento triplex de nº 164-A. O documento, porém, não está assinado.

Ainda na casa de Lula, a PF apreendeu um documento com o título “Proposta de adesão sujeita à aprovação” assinado por Marisa Letícia em 12 de abril de 2005.

Desembargador Leandro Paulsen, revisor e presidente da 8.ª Turma: “A esposa do presidente formou contrato para a aquisição de uma unidade tipo no edifício Navia em 2005, mas foram apreendidos documentos que demonstram que já naquela época, havia interesse na cobertura. Não digo aqui que era do presidente a cobertura naquela época, mas havia pelo menos interesse na cobertura.”

Em busca e apreensão na Bancoop, a PF também apreendeu um formulário intitulado “Proposta de adesão sujeita à aprovação” e assinado pela ex-primeira-dama.

Peritos da Polícia Federal identificaram que ‘a numeração original aposta no campo APTO/CASA sofreu alteração por acréscimo denominada inserção, sem prévia alteração substrativa, isto é, os lançamentos anteriores não foram suprimidos’. Os investigadores concluíram que originalmente a proposta foi preenchida com o número 174 para identificação da unidade em aquisição, sendo em seguida sobreposto a ele o número 141. A unidade 174 corresponde ao apartamento que, com a transferência do empreendimento à OAS, se transformaria no apartamento triplex 164-A. O relatório constatou que, no documento, havia a palavra ‘triplex’, que depois foi rasurada.

A Polícia Federal fez uma perícia sobre os equipamentos de informática apreendidos na Bancoop. Entre os arquivos, consta relação das unidades do Mar Cantábrico e a situação deles em 9 de dezembro de 2008. Apesar da referência à Marisa Letícia como adquirente do apartamento 141, consta, em relação ao 174, que se trata de “vaga reservada”, a única unidade a encontrar tal anotação.

Ao final do processo, a defesa de Léo Pinheiro apresentou e-mails trocados por Lucas Pithon Gordilho, empregado da OAS Empreendimentos, para o diretor Telmo Tonolli, da OAS Empreendimentos, e com cópia para Roberto Moreira Ferreira.

Outros documentos

OS PDFS 

Clique para lê-los

Ação de restituição

As trocas de mensagens de Leo Pinheiros

Construtora Talento

Contrato de compra e venda

Denuncia do ministerio publico

Eletrodomesticos

Homologação do acordo

Imposto de renda

Laudo do Triplex

Nota fiscl fastshop

Proprietario situação

Relatorio da comissão interna da Petrobras

Relatorio da PF

Tabela de venda da OAS

Termo de acordo

Termo de adesão do triplex

2 comentários sobre “Provas contra o Lula”

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