O que Lula fez de 2002 a 2010 com a “dívida interna/externa” do Brasil




Dívida externa é uma dívida com os bancos que atuam no Exterior, com o FMI e outras instituições, sob o valor da moeda do Pais vigente.

Dívida interna é uma dívida com os bancos nacionais. Bancos vigentes no Brasil, em moeda do plano Real.

Em 2002, o Brasil devia, somando a dívida interna com a externa, o montante de R$851.000.000.000,00 (oitocentos e cinquenta e um bilhões de reais). Em 2007, Lula disse que pagou a dívida externa, no valor de R$ 212.000.000.000,00 (duzentos e doze bilhões de reais) e, isso é verdade. Porém, ele omitiu o fato que, para pagar a dívida externa, ele aumentou à interna. Isto é, a dívida interna saltou de R$ 640.000.000.000,00 (seiscentos e quarenta bilhões de reais) para R$ 1.400.000.000.000,00(um trilhão, quatrocentos bilhões de reais). Ou seja, a dívida externa foi sanada em 2007, porém a interna quase dobrou.

Na época e, o que se estendeu até 2010, ouvíamos diariamente Lula, PT e Petistas falarem em alto e bom som a quitação da dívida externa – porém nunca falaram sobre a quitação da dívida interna – porém isso parou de ser divulgado. Não sabem o por quê? Porque a dívida externa voltou.

Em 2010, ainda sob o governo Lula, a dívida externa apresentou um montante no valor de R$ 240.000.000.000 (duzentos e quarenta bilhões de reais) e a dívida interna R$ 1.650.000.000.000,00 (Um trilhão, seiscentos e cinquenta bilhões de reais). Somando-se no valor total de R$ 1.890.000.000.000,00 (um trilhão, oitocentos e noventa bilhões de reais).

Como que as dívidas aumentaram ferozmente? Como a dívida externa voltou?

Simples. O PAC, bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, auxílio presidiário, dentre outros assistencialismos governamentais.




Lula não é mágico. Sabem como ele tirou 30.000.000 (trinta milhões) de brasileiros da linha da miséria? Não foi com o dinheiro do crescimento e sim com o dinheiro da dívida. Isso mesmo, ele ressuscitou a dívida externa, aumentou a interna para fazer um assistencialismo barato colocando o Brasil numa sinuca de bico.

Nós, brasileiros, cidadãos, vamos pagar por esta dívida. Sim, por uma atitude dissipadora do governo petista, que na qual não esta lidando com os juros dessa dívida que se somam em trilhões.

Por isso nossos impostos aumentaram drasticamente. Tendo que lidar com um “spread” (taxa de juros) e os valores para financiar o aumento estrondoso dessa dívida são incalculáveis, faça-se com que, os brasileiros paguem os menos os juros dessas dívidas.

Para tanto, o governo precisa, anualmente, para amortizar a dívida externa, o valor de R$ 132.000.000.000,00 (cento e trinta e dois bilhões de reais).

O Governo anterior, o de Fernando Henrique Cardoso, deixou, para o seu sucessor, no caso, o Lula, uma dívida de R$ 800.000.000.000,00 (oitocentos bilhões de reais). Lula há duplicou para R$ 1.500.000.000,00 (um trilhão e quinhentos bilhões de reais) e, os outros R$ 60.000.000.000,00 (seiscentos bilhões de reais), transferiam para o total da dívida.

Antes da crise que assombrou o mundo capitalista, o governo amortizava 90.000.000.000 (noventa bilhões de reais) e os outros R$ 60.000.000.000,00 (sessenta bilhões de reais) ficava para nós, contribuintes.

Com a crise, Lula não conseguiu roubar os cidadãos nem esses R$ 90.000.000.000,00 (noventa bilhões) e a dívida aumenta cada dia mais. A amortização terá que ser reduzida drasticamente e, o total da dívida aumentará abruptamente.

Por isso que o governo Dilma quis trazer a vida novamente a CPMF.  E o Temer quer fazer as reformas.

Nós vamos permitir isso até quando? Se houvesse menos corrupção, dinheiro dado de bandeja para a Bolívia, África, etc…  o governo teria para bancar o falso assistencialismo que nada ajuda a não ser tornar os mais necessitados em dependentes sem aumentar a divida interna e externa.

Quer saber mais? Acesse:

Tribuna da Impressa e  Roland Burkart







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