O movimento feminista e a desconstrução da identidade do homem





Da mesma forma que tem mulheres (muitas e muitas delas) que defendem as mulheres e seus desejos psicóticos, o aborto indiscriminado, uma sociedade matriarcal, sem religião, entre outras que a esquerda defende, eu vou fazer valer o mesmo direito de defender o que eu acredito. Por fim, sou totalmente contra o movimento feminista atual, sou contra o aborto – mesmo por que eu sou simpatizante do movimento pró-vida – e defendo uma sociedade patriarcal e religiosa (independente de qual religião seja).

Esclareço que acredito e apoio a direita política, sou totalmente contra o aborto e defendo a imagem de uma mulher feminina e forte. Não sou evangélica como muitos acreditam apenas pelo fato de eu ir contra a tudo o que o atual movimento feminista prega. Acredito em Deus e na sociedade patriarcal. Visto a camisa da resistência Anti-Feminismo Marxista.

Palavras como: fascista, machista, reacionária, opressora, carola de igreja, submissa, idiota, ignorante, elite branca, boçal, ignorante, Maria farda, Amélia, retrograda, santa do pau-oco, mal amada, puritana… Já estão manjadas… Arranjem novas palavras para me xingar e rotular.

Xingar, ridicularizar, expor e hostilizar é uma marca registrada desse movimento. Todos que discordam dos ideais psicopatas e libertinos são marginalizados, ridicularizados e expostos por elas.

Mulheres cheias de raiva e ódio que lutam por ideais inexistem e convencem jovens-adultas iludidas com a nova moda da irreal cultura do estupro. Valem-se de argumentos falidos e irreais para convencer as revolucionárias geração toddynho e o mais impressionante: Convencem… Meninas universitárias e de famílias estruturadas… Buscam neste movimento algo subjetivo. Algo que complete aquele vazio; aquele buraco no âmago. Elas buscam apoio e aprovação nas organizadoras e idealizadoras desequilibradas, heterofóbicas e sadicamente psicopatas.

Culpa disso? Os pais. Pais omissos e covardes e mães permissivas estão criando meninas e mulheres despreparadas e revoltadas. O mundo não é o quintal de casa e o chefe não é o papai, daí a volta da expressão “machista e opressor”.

Enquanto a sociedade impõem regras, a maioria provem de lares omissos e permissivos, onde ir à igreja – ou ter qualquer religião- foi abolido, exigência de postura durante festas e reuniões não existe e provavelmente eram parabenizadas por enfrentar autoridades escolares com frases: “Ela tem a personalidade forte”, “ela é uma menina questionadora”, “ela não pode ser contrariada, culpa do pai que faz tudo o que ela quer”, “os avôs mimaram demais”… Cada ato errado, uma desculpa socializada. Sim… culpa-se a sociedade, os familiares. Jamais a falta de competência e pulso para a criação de pimpolhos mal criados e mal educados.

Criadas para enfrentar o mundo de forma hostil e egocêntrica, estas mulheres infantis, vem a todo custo, desconstruindo a identidade masculina, ridicularizando mulheres que se sentem completas e realizadas sendo donas de casas e mães exemplares e afrontando a fé das pessoas de uma forma brutal e sádica. Se o homem, na sua qualidade de MACHO, não faz o que ela quer, ele é machista. O homem que não satisfaz o desejo e as vontades de meninas mimadas são machistas e opressores. Se a sociedade não age ao seu bel prazer são fascistas e opressores. Na verdade, as palavras que eu mais li/ouvi foram: capitalistas, opressores, machistas, aborto, o corpo é meu, cultura do estupro, moralismo e oprimidas sexualmente.

Passei dias e dias tentando entender o atual movimento e a pauta que as mesmas propõem, mas sinceramente eu não entendi. Foram 05 dias assistindo vídeos, lendo as mais diversas opiniões, participando de grupos de discussões e debates… E tudo o que eu concluo é a luta pela liberação do aborto – “Meu corpo, minhas regras” – conceito errôneo, por que o seu corpo é um, do feto é outro… Se fosse o mesmo corpo, o nascimento seria considerado mutilação. Querem fazer sexo promíscuo sem serem consideradas “vadias” ou “meninas apenas para se divertir”. Quer dizer, as mesmas tratam o corpo como um playground e, quando cansam, exigem que um homem a levem a sério. Exigir um homem honrado, sem que se viva de maneira igualmente honrada é o mesmo que exigir salário sem ser trabalhado. Se trate como objeto e mercadoria que lhe tratarão da mesma forma.(E lá vem a frase: “Nossa moça, você é machista”… SOU E COM ORGULHO).

Mas, vamos por partes….

O que é o movimento feminista?

Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes e uma vivência humana, por meio do empoderamento feminino e libertação de padrões opressores baseados em normas de gênero.

O primeiro movimento ocorreu no final do século XIX e início do século XX, o segundo nas décadas de 1960 e 1970 e o terceiro na década de 1990 até hoje.

O primeiro movimento se refere a um período extenso de atividade feminista ocorrido durante o século XIX e início do século XX no Reino Unido e nos Estados Unidos, que tinha o foco originalmente na promoção da igualdade nos direitos contratuais e de propriedade para homens e mulheres, e na oposição de casamentos arranjados e da propriedade de mulheres casadas (e seus filhos) por seus maridos. No entanto, no fim do século XIX, o ativismo passou a se focar principalmente na conquista de poder político, especialmente o direito ao sufrágio por parte das mulheres. Ainda assim, feministas como Voltairine de Cleyre e Margaret Sanger já faziam campanhas pelos direitos sexuais, reprodutivos e econômicos das mulheres nesta época.

O segundo movimento se refere a um período da atividade feminista que teria começado no início da década de 1960 e durado até o fim da década de 1980. A acadêmica Imelda Whelehan sugere que a segunda onda teria sido uma continuação da fase anterior do feminismo, que envolveu as suffragettes do Reino Unido e Estados Unidos. O movimento feminista continuou a existir deste então, e coexistiu com o que é chamado de terceiro movimento; a estudiosa Estelle Freedman agrupa o primeiro e o segundo movimento do feminismo, afirmando que o primeiro teria tido o foco em direitos como o sufrágio, enquanto o segundo se preocupava principalmente com questões de igualdade e o fim da discriminação.

A terceira parte do movimento ou o Ogedismo começou no início da década de 1990, como uma resposta às supostas falhas da segunda parte, e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados pelo segundo movimento. O feminismo da terceira parte visa desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade feitas pela segunda parte que colocaria ênfase demais nas experiências das mulheres brancas de classe média-alta.

Uma interpretação pós-estruturalista do gênero e da sexualidade é central à maior parte da ideologia da terceira parte. As feministas da terceira parte frequentemente enfatizam a “micropolítica”, e desafiam os paradigmas da segunda parte sobre o que é e o que não é bom para as mulheres. Este movimento (a terceira parte) teve sua origem no meio da década de 1980; líderes feministas com raízes no movimento anterior, como Gloria Anzaldua, bell hooks, Pedro Molina Ogeda, Cherrie Moraga, Audre Lorde, Maxine Hong Kingston, e diversas outras feministas negras, procuraram negociar um espaço dentro da esfera feminista para a consideração de subjetividades relacionadas à raça.

O feminismo também apresenta debates internos. O chamado feminismo da diferença, cujo importante expoente é a psicóloga Carol Gillian, defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero instauram socialmente a diferença. A ativista e autora feminista Carol Hanisch cunhou o slogan “O pessoal é político”. As feministas da segunda parte do movimento viam as desigualdades culturais e políticas das mulheres como ligadas inexoravelmente, e encorajavam ativamente as mulheres a compreenderem aspectos de suas vidas pessoais como sendo profundamente politizados, e refletindo as estruturas de poder sexistas.

A Mística Feminina

O livro A Mística Feminina (The Feminine Mystique, 1963), de Betty Friedan, criticava a ideia de que as mulheres poderiam encontrar satisfação apenas através da criação dos filhos e das atividades do lar. De acordo com o obituário de Friedan no New York Times, A Mística Feminina teria “colocado fogo no movimento feminista contemporâneo, em 1963, e, como resultado, transformado permanentemente o tecido social dos Estados Unidos e dos países ao redor do mundo”, e “é amplamente conceituado como um dos livros de não-ficção mais influentes do século XX.” No livro, Friedan levanta a hipótese de que as mulheres seriam vítimas de um sistema falso de crenças que exige que elas encontrem identidade e significado em suas vidas através de seus maridos e filhos; este sistema faz com que a mulher perca completamente a sua identidade para a de sua família. Friedan especificamente localiza este sistema nas comunidades suburbanas de classe média pós-Segunda Guerra Mundial; ao mesmo tempo, o “boom” econômico pós-guerra nos Estados Unidos levou ao desenvolvimento de novas tecnologias que tornaram o trabalho das donas-de-casa menos difícil, mas que frequentemente tinham o resultado de tornar o trabalho das mulheres menos significante e menos valorizado. O

Feminismo hoje

Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.

Existem muitas ideias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, a essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvesse poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo “feminista”, aplicado a essas dissidentes.

Muitas feministas, no entanto, também questionam o uso da palavra “feminismo” para se referir a atitudes que propagam a violência contra qualquer gênero ou para grupos que não reconhecem uma igualdade entre os sexos. Algumas feministas dizem que o feminismo pode ser apenas uma visão da “mulher como povo”. Posições que se baseiam na separação dos sexos são consideradas, para esses grupos, sexistas ao invés de feministas.

Há feministas, que fazem questão de assumir diferenças entre os sexos — ao contrário da corrente principal que sugere que homem e mulher são iguais. A ciência moderna não tem um parecer claro sobre a extensão das diferenças entre homem e mulher, além dos aspectos físicos (anatómicos, genéticos, hormonais). O feminismo sustentam que, embora os sexos sejam anatomicamente diferentes, nenhuma diferença deve servir de base à discriminação.

A marcha das “vadias”

A marcha das vadias teve início em 03/04/2011, em Toronto, Canadá. Iniciou-se quando um policial disse: “Não querem ser estupradas, não se vistam como vadias”.

Meninas mimadas que não podem ser criticadas. Afinal, o que o policial quis dizer foi: “Olha, a mulher que se veste de uma forma mais tradicional tem menor possibilidade de ser estuprada pois a roupa dificulta a ação rápida do estuprador. A que se veste mais à vontade tem maior possibilidade pois as roupas são fáceis de tirar e promove a ação rápida do estuprador.” Mas, como pingo d’agua vira enchente, daí se iniciou a marcha.

Esse movimento difunde o sexismo, ódio, injustiças, guerra entre classes e a defesa de criminosas/os (desde que feministas ou simpatizantes) mas chamando isso de “igualdade, paz e amor”. Feministas cometem crimes e defendem quem cometa desde que participante ou simpatizante deste pseudomovimento.

Não quer que olhem para os seus seios? Simples, não usem decotes enormes… O que está exposto é para ser visto. Parem de ser hipócritas. O que eu não quero mostrar eu guardo. E qual a lógica de usa roupas provocantes (como o nome já diz: PROVOCANTES), SE NÃO FOR PRA PROVOCAR? Da na mesma um homem sarado que sai sem camiseta… É pra olhar, desejar e comentar. Simples assim.

Enquanto os movimentos feministas genuínos lutavam por ideais concretos, a marcha das vadias luta pelo único e exclusivo direito ao sexo promiscuo, ao aborto indiscriminado (como se o fato de tirar uma vida de seu ventre é o mesmo que se dirigir ao espelho e tirar uma espinha), a desconstrução da família tradicional e desconstrução da identidade do homem. Um movimento puramente marxista onde as idealizadoras (no Brasil) são militantes da esquerda.

Elas DEFENDEM a morte de homens e bebês, castração de homens, humilhação de homens e tudo o mais, OFENDEM gratuitamente e de modo extremamente sexista TODOS os homens, cristãos e mulheres conservadoras sobre a face da Terra com termos de baixo calão, quem NÃO pensa como elas. Fazem terrorismo mental (inventando uma tal de cultura do estupro – o que não é real. Se fosse verdade, estupradores seriam bem vistos nas prisões e sabemos muito bem o que acontece com eles… Apanham, são estuprados e mortos. Quer um exemplo? Clique aqui.) para dividir a sociedade, assustar e conquistar adeptas tão desequilibradas quanto elas. Elas oprimem, mentem e desvirtuam a verdade com a mesma facilidade que abortam.

Um movimento fascista, regado a ódio e intolerância. Lutam pelas mulheres mas não se manifestaram quando Paulo Ghiraldelli desejou que Sheherazade fosse estuprada. Isso mesmo, elas fizeram um estardalhaço por que o policial disse “não se vistam como vadias” e quando o Papa veio ao Brasil, mas não levantaram um dedo para defender a Sheherazade, ressaltando que a mesma é mulher, mãe, casada e batalhadora. Sabe por que não defenderam a Sheherazade? Porque esta grande mulher defende a família tradicional, defende a polícia militar, cobra uma postura do Estado por penas mais fortes e fala o que pensa sem perder a postura e a feminilidade. A Sheherazade é um ideal de mulher que elas nunca serão, por isso elas não fizeram nada em prol e defesa da mesma.

Mas se elas lutam pelos direitos das mulheres, por que essa diferença?

Não se engane. Não há direito algum para lutar. Elas oprimem as mulheres que rejeitam e abominam esse movimento e que são felizes e satisfeitas pelas suas conquistas pessoais, tais como casamento, filhos e casa. Em conjunto com o movimento LGBTS e militantes de esquerda, o real objetivo é acabar com a família tradicional onde o núcleo é patriarcal, legalizar o assassinato de vidas inocentes (aborto indiscriminado) pela rede pública (SIM, elas querem que NÓS pagamos pelo sangue que elas derramam) e o sexo libertino sem serem taxadas de “essa é só para diversão”, “essa não é pra casar”.

ELAS PROMOVEM O TERROR MENTAL

Isso mesmo que o senhor e a senhora leram. Elas promovem o terror mental com a irreal “cultura do estupro” onde elas colocam TODOS OS HOMENS como potenciais estupradores. O que me causa dúvida é: Se elas querem igualdade em relação aos homens por que então coloca-los como potenciais estupradores, seres puramente sexuais e desprovidos de controle e inteligência?

Quem quer se igualar a alguém como eles?

Estranho não?

Mas se essa cultura existe, então estupradores seriam endeusados nas cadeias e pela população, correto? Sim, correto, mas o que ocorre com estupradores, ou é linchamento pela população ou estupro, tortura e morte na cadeia.

Mas então o movimento enaltece a mulher como ser puro ou denuncia a opressão? E afinal, o que é opressão?

Opressão é o efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder numa sociedade ou grupo social. O termo deriva da ideia de ser “esmagada”. Uma pessoa oprimida é uma pessoa sem direitos, sem liberdade. Uma pessoa realmente oprimida provavelmente não vai possuir muitas escolhas. Ser uma pessoa obrigada a fazer coisas tem muito a ver com opressão. Um escravo é oprimido. Quem não tem liberdade em Cuba, na China ou em alguns lugares no Oriente Médio é uma pessoa oprimida.

Mulher não é ser puro. Apague esse conceito. Mulher é como homem, só que com uma força física inferior, com útero, vagina e seios.

Mulheres não sofrem opressão nenhuma. Isso é um conceito que elas utilizam para ganhar mais adeptas… Apenas um mito… Nós podemos sair à noite, voltar a hora que queremos, nos relacionar sexualmente com quem desejamos, podemos votar, estudar, trabalhar, ocupar cargos que eram exclusivamente masculinos, podemos pegar em armas. Nossa… fazemos exatamente tudo que os homens fazem… Incrível isso hein?! Cadê a opressão? Opressoras são elas que ridicularizam e hostilizam mulheres que sonham em ser donas de casa, com filhos e um marido provedor… Ridicularizam jovens cristãs que escolheram casar virgem… Hostilizam tudo e todas que fogem desse esquema paranoico de “opressão, machismo e cultura do estupro”. A ideologia do vitimismo. Elas são vítimas, em suas paranoias, de recorrente abuso sexual, opressão masculina e fascismo proveniente das religiões.

Tanto que nós temos os mesmos direitos que muitas mulheres estupram crianças, espancam seus filhos, machucam seus maridos e companheiros. Abismado?

Nós, mulheres que abominamos esse movimento sofremos ameaças e xingamentos de feministas apenas pelo simples motivo de sermos contra o movimento. Quem são as opressoras fascistas mesmo?

Mas…

Vamos deixar o politicamente correto de lado. Mulheres podem ser tão cruéis, sádicas e perversas quanto os homens, bem como os homossexuais e afins também.

Estamos vivendo em uma realidade em que somos OBRIGADOS a endeusar uma minoria e vê-los como anjos massacrados pela maioria.

Existe homossexual cruel, transexual, bissexual e heterossexual.

“Mas os homossexuais são violentados de diversas maneiras todos os dias”. Sim… Mães solteiras também, homens também… Crianças… todos somos. Nós estamos vivendo na cultura da “essa é a minha opinião e você cala a boca seu heterossexual, playboy, reacionário, fascista e machista”. (Essa frase é usada tanto para mulheres, como para os homens).

 

O machismo mata… o feminismo não.

Desculpa acabar com a sua ilusão. Isso é mentira. O feminismo mata. Mata todos os dias. Mata criança, mata bebês, mata fetos e mata companheiros. Mata a família tradicional e o conceito de moral. Mata a ingenuidade de meninas, mata o significado do respeito e aceitação. Mata a tolerância.

Viu… não são conceitos que matam e sim pessoas. Machismo, feminismo e sei lá mais quantos ismos não mata ninguém, assim como arma não mata e nem roupa estupra. Quem faz tudo isso são as pessoas. Independente se é homem, mulher, homossexual… Criança, adolescente, idoso… Se não tem caráter e moral ou se tem algum transtorno psicológico MATA.

 

E os homens nisso tudo?

Primeiro quero esclarecer o que é o machismo. O machismo foi sumariamente deturpado por este movimento irracional e sectário.

É de praxe de feministas satanizar tudo o que é relacionado ao comportamento masculino e alardear que a ideologia delas é a ‘solução para todos os males do mundo’. Machismo é o enaltecimento das qualidades e valores típicos masculinos, tais como coragem, força, honra, integridade, racionalidade, retidão, virilidade e proteção.

Sabe aquele homem que protege a mulher e os filhos? Abre a porta do carro, trabalha em dobro para a esposa poder cuidar do lar e dos filhos, que respeita a sua mulher, que respeita se ela quer ser dona de casa ou profissional? Se ela quer estudar? Então… esse é o cara machista. O homem que protege e provê para que a esposa e filhos não corram perigo ou passem necessidades.

Machismo significa heroísmo, coragem e compaixão.

Quando uma pessoa salva outra através de um ato heroico, ela está sendo machista ou se sacrifica para o bem de outra pessoas, ela está sendo machista.

Quando nos arriscamos para proteger nossos filhos, nossa família, e aqueles que amamos, estamos sendo machistas.

O machismo foi deturpado e colocado como: Homem criminoso e opressor que bate, machuca e mata. Isso se chama criminoso.

Hoje, a cultura feminista (ou matriarcal) está tão forte e presente que meninos (isso, crianças) estão com notas baixas nas escolas, desmotivados e oprimidos. Meninos apanham de meninas e nada podem fazer a não ser aceitar. São criados para acreditar que são inferiores as mulheres e que elas têm que ser idolatradas e respeitadas. São educados para que sejam “capachos”. “Você tem que estudar, para ter um bom emprego e conquistar bens materiais para sustentar a sua esposa e seus filhos.”

Os meninos estão apanhando e ninguém faz nada para coibir a violência. São crianças… São adolescentes… SÃO MENINOS. Eles merecem apanhar?

Ueh?! Por que eles não revidam?

Eles não revidam por que a cultura da fragilidade feminina está tão intrínseca que eles tem medo de represália, julgamentos e exclusão. Por terem a noção que a sua força é superior a da agressora, este apanha quieto.

Se reclama que está apanhando de mulher se torna motivo de chacota e bullying…

O que isso causa?

Baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, revolta… Enfim. E quem luta por eles? Quem faz marcha por isso?

Com tudo, ou ele se torna um homem “capacho” isto é, vive em prol das mulheres ou violento.

SIIIIMMMM… Violento… O criminoso que espanca e estupra mulheres.

Meninos não podem ser mais meninos. E se eles não podem se conhecer como ser existente, um macho propriamente dito, como ele vai construir a sua identidade? Como ele vai realmente construir o que ele é e o que quer ser se a sociedade o coloca como bruto, ser puramente sexual e opressor? Que ele apenas existe ou para sustentar a mulher ou para estupra-las?!

Por fim…

Não existe opressão, não existe cultura do estupro. O que existe são pessoas que querem descontruir a identidade masculina e colocar a mulher como mercadoria. Uma mulher promiscua e praticante do aborto indiscriminado e playground para a sua única e exclusiva satisfação sexual.

A intenção real é transformar a sociedade numa sociedade libertina, sem padrões, regras e leis, onde tudo é permitido e aceito e que ninguém seja julgado, criticado ou condenado por externar seus desejos sexuais.

Conhecem o decálogo de Lenin? É basicamente esse decálogo que esta marcha (claramente esquerdista).

O que devemos fazer?

Ficar quietos é o que nós NÃO devemos fazer. Da mesma forma que elas podem, nós também podemos. Nós temos que defender as nossas famílias, nossos filhos, nossos companheiros. Nossos homens.

Seremos feminilistas. Mulheres integras, batalhadoras, guerreiras, que fazemos valer os nossos direitos sem nos valer de seios e nádegas. Conquistamos os nosso espaço pela nossa capacidade e não aos gritos e ofensas.

O atual movimento não defende coisa nenhuma… Defende único e exclusivo direito de sair semi-nua e ter relações íntimas com qualquer um sem que sejam taxadas por isso… Feminazes: ISSO TAMBÉM JÁ FOI CONQUISTADO! Aquietem-se… Não há mais nada para lutar… NÃO HÁ. Mas não reclamem por não encontrarem um cara bom e nem os hostilizem por não quererem vocês… Meninas más não se relacionam com caras bons por que caras bons gostam de meninas estilo Rachel Sheherazade…. Ser feminista não é sair xingando e humilhando os homens e matando bebês… E sim ter uma postura de mulher batalhadora diante da vida. Estudar, trabalhar e pagar suas contas…. Criar seus filhos, saber se portar…. Se vestir… É respeitar a opinião dos outros, é calmar com olhar, dar o “fora” com um sorriso.

Sair mostrando o corpo como vitrine de açougue, falar palavrões torta a direita… ficar em porta de bar… se agarrar com qualquer um, abortar entre outras imbecilidades não é ser feminista… é ser idiota…

A mulher feminista sabe o valor que tem e não permite que ninguém a rebaixe… ela não se rebaixa… Não desce do salto… Não permite ser chamada de “vadia”…Luta, batalha e corre atrás. PONTO.

E claro, sempre com um vestido maravilhoso, com a maquiagem certa, no sapato certo… com a sua sensualidade, com a sua feminilidade sutil para chegar aonde quer, sem se valer da nádegas, seios, palavrões, hostilizações e ridicularizações para isso… Isso é ser feminista… É lutar pela sua família… lutar por si, pelos teus filhos, pelo direito de ser mulher, com classe e postura…

Eu tenho o direito constitucional de gostar do que eu quero, de pensar como eu quero, mesmo que isso seja retrogrado e arcaico… Mesmo que isso “denigra” o movimento feminino… Eu sou um ser humano dotada de capacidade intelectual e o direito a liberdade de expressão e opinião.

 

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