O feminismo e a lavagem cerebral

Olá leitores.

Vou escrever sobre a falácia do feminismo em partes, pois o conteúdo é extenso e a minha intenção é separar por partes, pois, além do conteúdo ficar menor, a leitura não se torna entediante.

Você sabe quem inventou a palavra “feminismo”?

Tal palavra, de acordo com Goldstein, 1982, foi um HOMEM chamado Charles Fourier. Um socialista utópico e filosofo francês em 1837.

“Você não sabia que as feministas são as responsáveis pela liberdade que temos até hoje? Se não fosse por elas, hoje você não estaria aqui dando a sua opinião. O feminismo luta por todas as mulheres. Devemos muito a estas mulheres”. Quem nunca ouviu ou leu essa frase de uma feminista colérica e amarga?! A verdade é que, além do feminismo não lutar por todas as mulheres, elas tomam para si conquistas de outras mulheres, que sequer ouviram falar sobre tal movimento.

A maioria dos historiadores feministas ocidentais, afirmam que todos os movimentos que trabalham para obter os direitos das mulheres devem ser considerados feministas, mesmo quando eles não se reconhecem como tal.  Elas falam em nome de um grupo especifico, as mulheres da esquerda, liberais (ou libertinas). O movimento não foi idealizado para criar condições de igualdade e sim para reorganizar a sociedade a fim de privilegiar as feministas que são fracas e vitimistas. O movimento foi idealizado “para mudar o discurso, o tempo e a natureza do mundo”, coloca Dana Loesch, em 22 de Agosto de 2010.

A intenção das feministas não é melhorar a vida das mulheres, mesmo por que elas são bem seletivas em relação às mulheres que merecem manifestações bizarras e grotescas na Avenida Paulista. O objetivo delas é minar qualquer opção que o homem tenha de sexo. Pornografia, prostituição, etc, sob o falso argumento do fortalecimento do patriarcado e capitalismo. Elas querem que os homens não tenham opções, assim podendo subjuga-los. Se todas nós cairmos nessa falácia de sexo libertino, os homens não terão como escolher qual ele deseja se relacionar para formar uma família. (Da mesma forma que mulher que se preza e se respeita não gosta de homens galinhas e cafajeste, homens de caráter também não gostam de mulheres de fácil acesso). Entenderam agora? Elas querem homens amedrontados, afeminados e submissos.

Afinal, melhor pagar uma mulher para sexo do que ter uma relação casual com uma feminista e acabar com a alcunha de estuprador neh??

As mulheres ditas como conservadoras ou “da direita” tem pouca ou nenhuma voz quando o assunto é sobre o poder feminino. Quando há um debate sobre a mulher na sociedade, quase que, em sua totalidade, a perspectiva é esquerdista. Com discursos cheios de terminologias favoráveis (direitos das mulheres, direitos a reprodução, salários iguais, violência contra as mulheres) atraem a comoção das pessoas e marginaliza aqueles que discordam, têm convencido mulheres vulneráveis, carentes e influenciáveis.

As mulheres inteligentes, dignas, responsáveis avançam perante á adversidade. Não param para reclamar sobre adversidades. Elas simplesmente seguem. Resilientes, fortes e determinadas.

De acordo com as feministas, as mulheres, assim como os negros e gays, têm sido oprimidas por séculos.  Insistem que não houve progresso o bastante e que a sociedade ainda não criou condições de igualdade. E, esta filosofia esta tão intrínseca em nossa sociedade que ninguém questiona.

As organizações feministas estimulam o crescimento de queixas, a criação das famosas “fanfics” – textos fantasiosos com estupros e agressões – e deturpação da realidade para enquadrar machismo e abuso em tudo, para conseguir mais seguidoras a este movimento um tanto quanto violento. Ela têm manipulado a natureza humana em seu proveito: Elas sabem como é fácil as pessoas sucumbirem a vitimização. Nada mais confortável e seguro do que colocar a culpa de nossos fracassos e erros na sociedade.

Resistência Anti-Feminismo Marxista (Facebook)

Feministas são seres egocêntricos e infantilizadas que, por trás de um movimento falacioso, querem se livrar das consequências de seus atos, como abortando, acusando de machismo quem lhe alcunha de puta por ter relação com diversos homens e, colocando para a sociedade as consequências de seus atos.

Em sua maioria esmagadora, as feministas de elite estão localizadas em centros universitários de faculdades públicas, federais e de alto padrão, onde gritam palavras de ordem, com uma postura esquizofrênica, imputando aos homens crimes que nunca cometeram e exigindo uma sociedade que funcione de acordo com o que elas acham correto, mesmo elas sendo moralmente incorretas.

Meninas mimadas, com dinheiro e estudo, provenientes de lares capitalistas, onde são sustentadas até a fase adulta pelos pais, insatisfeitas com as suas vidas vazias, revoltadas por que os rapazes não as levam a sério (pudera neh?) organizadas em grupos raivosos, destilando ódio travestido de luta.

FEMINISTAS EXTREMINISTAS X FEMINISTAS DA ELITE

Existem dois tipos de feministas da terceira onda (que é a mais radical). As feministas extremistas e as feministas da elite.

De acordo com Phyllis Schalafly, autora do livro “O outro lado do feminismo”, as feministas extremistas são mulheres entre 20 e 30 anos que falam sem parar sobre a erradicação do sexismo e usam a palavra “misoginia” em tudo e estão sempre fantasiando sobre a opressão que as mulheres sofrem. Falam com orgulho que são feministas. Já as feministas da elite, não referem-se a si mesmas como feministas. Essas mulheres usam um tom político astuto, fazendo com que a agenda feminista pareça convencional. Algumas expressam a sua opinião sem usar palavras chulas, outras trabalham nos bastidores para reunir forças ás causas da esquerda.

O que as feministas de elite fazem é insidioso; é por isso que elas são mais perigosas que as feministas extremistas. Por outro lado são furtivas e vivem em tamanha bolha que acreditam, honestamente que o que elas pensam é o que qualquer ser humano racional pensaria.

As feministas de elite são professoras, advogadas, jornalistas, escritoras, juízas, atrizes, burocratas, psicólogas e ativistas.

Mulheres notáveis como Erin Pizzey, Camila Paglia, Phyllis Schlafly, Sharon Adams, Jennie Chancey, a cadete Jane Doe, a antigo aborcionista Carol Everett, a caseira Dana Feliciano, a escritora Carmon Freidrich, a autora F. Carolyn Graglia , a biógrafa Rosalind Marshall, a autora Stacey McDonald, Margaret Thatcher Schlafly e as domésticas Denise Sproul e Kathleen Smith, foram perseguidas, humilhadas e expostas pelas feministas pelo simples fato de serem bem sucedidas e opositoras a tal movimento que visa a vitimização e privilégios.

Tendo como ícones como Betty Friedan que diz: “As donas de casa são desmioladas e sedentas por coisas… e não pessoas. O trabalho doméstico ajusta-se na perfeição às capacidades das mentes débeis das raparigas. Isso prende o seu desenvolvimento no nível infantil, pouco menos que uma identidade pessoal com uma inevitável fraca consciência de quem é… As donas de casa encontram-se perante um perigo análogo ao perigo que correram aqueles que caminharam para a sua morte nos campos de concentração. Os fatores que levaram à destruição da identidade humana de tantos prisioneiros não foram a tortura ou a brutalidade, mas as condições similares àquelas que destroem a identidade da dona de casa americana.”

Simone de Beauvoir que afirma: “Enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a viver sob opressão …. Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão. Isso é uma forma de forçar as mulheres numa certa direção”, Valerie Solanas: “O homem é um acidente biológico. O gene Y (masculino) é um gene X (feminino) incompleto, quer dizer, é um conjunto imperfeito de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma fêmea incompleta, um aborto com pernas, falhado na fase do gene. Ser homem é ser deficiente, emocionalmente limitado; a masculinidade é uma doença e os homens são seres emocionalmente estropiados”, entre outras com discursos transbordando misandria e ódio contra mulheres independentes, que fizeram as suas escolhas e bem amadas.

Shulamith Firestone, que defendeu o incesto, esquizofrênica paranoide que vivia entrando e saindo de manicômios, afirma que:
“Para eliminarmos o tabu do incesto teríamos que eliminar a família e a sexualidade como está estruturada atualmente. Não é má ideia. Pois a proscrição tradicional e quase universal do incesto tem nos feito aceitar como ‘normal’ uma sexualidade em que o potencial individual permanece insaciado. … Assim vemos que em uma sociedade baseada na família, repressões devidas ao tabu do incesto tornam para todos impossível uma sexualidade plenamente saciada, e uma sexualidade que funciona para poucos. … Mais que isso, o tabu do incesto é necessário hoje somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas.”

Frida Kahlo que, se relacionava com as amantes do marido (e com outros homens) para se vingar do marido adultero, percebemos que as adeptas desse movimento são mulheres mimadas, que não sabem lidar com frustrações, com uma vida familiar economicamente estável, criadas sobre os ares da irresponsabilidade, com uma figura masculina fraca, castrada e até ausente, nutrindo a certeza que merece privilégios, se colocando em um pedestal intocável, tal como um ser humano fraco e volúvel, dependente que não consegue ser protagonista da própria história, tenta por meio de discursos superficialmente sedutores, atrair mulheres tal como elas… Com baixa (ou nenhuma) auto estima, frustradas e sexualmente inaptas.

Provenientes de uma realidade promiscua, colocam o sexo livre e libertino travestido de liberdade. Uma liberdade escrava, presa ao sexo fácil e descartável. Mulheres sozinhas, usadas e descartadas, criam uma ilusão de que isso é felicidade e empoderamento. Porém se revoltam quando chegam a uma idade e não conseguem se relacionar de forma monogâmica por serem “rodadas demais”. Contudo, quanto mais mulheres “rodadas” existir, mais difícil será para os homens de caráter fazer essa “divisão” obrigando-o a aceitar tal condição ou ficar sozinho. Um movimento que tenta afeminar o homem, destruindo a sua masculinidade, castrando-o.

Levando em conta as conquistas feministas e que nós, mulheres de bem, mães, trabalhadoras e cumpridoras de seus deveres devemos todo o nosso amor, respeito e admiração pelas conquistas de tal movimento, vamos pontuar alguns que elas se apropriaram:

Sabem quem começou o movimento feminista (ou liberação da mulher) nos EUA?

Os Rockefellers. Houve dois fatores fundamentais para a elite bancar a liberação feminina:

– Para poder taxar metade da população

– Aumentar o número de crianças nas escolas, podendo assim doutrinar as crianças a aceitar o Estado como família primária, a escola, as autoridades como suas famílias, não os pais ensinando a eles.

Essas foram as razões principais para a emancipação feminina.

Sobre o aborto:

Também há os Rockefellers por trás dessa indústria que gera dinheiro manchado de sangue:

– Para controle populacional, já que as famílias americanas, tinham em média de 08 a 12 filhos.

– Para o controle populacional dos negros. Por incrível que pareça, as negras americanas, por sua condição financeira, são as que mais abortam nos E.U.A, sendo em sua maioria, bebês do sexo feminino. Pode-se abortar até o 9º mês de gestação.

Nos E.U.A não tem as leis trabalhistas que temos, portanto, uma mulher, quando dá a luz, não tem garantia que poderá voltar para o mesmo emprego, no mesmo cargo e ela não recebe auxílio-maternidade. A empresa não paga enquanto ela esta em casa cuidando do bebê.

Isso, para muitas famílias é o decreto de passar necessidade. Por isso o aborto entre as famílias mais necessitadas é recorrente.

A chamada Primeira Onda Feminista teria ocorrido no século XIX e avançado pelo começo do século XX. Este período aborda uma grande atividade feminista desenvolvida no Reino Unido e nos Estados Unidos. Nada tem a ver com o Brasil… Portanto, nos brasileiras não devemos NADA ao feminismo.

Se não fosse pelo feminismo, você não teria o direito de:

Fonte: Resistência Anti-Feminismo Marxista (Facebook)

– Votar: Mentira. Quem deu o direito ao voto para as mulheres foi Getúlio Vargas. Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, que aprovou o Código Eleitoral e determinou profundas alterações no direito eleitoral vigente, introduzindo a representação proporcional (em dois turnos), também a classista; estendendo o sufrágio às mulheres, criando a Justiça Eleitoral.

– Trabalhar: No Brasil a mulher nunca foi impedida de trabalhar. Só era impedida nos horários noturnos a fim de protege-las dos perigos da noite. As famílias mais abastadas aconselhavam as mulheres a não trabalharem. Uma das conquistas do sistema econômico capitalista foi que, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar. E aos poucos uma cultura de que a mulher não precisava trabalhar foi aumentando.

– Estudar: O direito de estudar foi dado pelo Igreja Católica. A mesma criou universidades, métodos científicos e catequizou a América Latina. Em 1879, o governo autorizou as mulheres a estudarem em instituições de ensino superior.

Marie Curie foi a primeira mulher a ganhar o prêmio Nobel em 1903.

– Divórcio: 1891 – Ante a persistência da realização exclusiva do casamento católico, foi expedido novo Decreto, no 521, em 26 de junho de 1890, dispondo que o casamento civil, deveria preceder as cerimônias religiosas de qualquer culto. Foi disciplinada a separação de corpos, sendo indicadas as causas aceitáveis: adultério; sevícia ou injúria grave; abandono voluntário do domicílio conjugal por dois anos contínuos; e mútuo consentimento dos cônjuges, se fossem casados há mais de dois anos.

1893 – O Deputado Érico Marinho apresentava no Parlamento a primeira proposição divorcista. Em 1896 e 1899, renovava-se a tentativa na Câmara e no Senado

1985 – Michel Temer, quando era secretário da segurança pública de São Paulo, criou a primeira delegacia da mulher.

Por fim, o que você deve mesmo ao feminismo?

“Para uma mulher encontrar sua identidade no mundo moderno, ela precisa seguir o caminho das mulheres confiantes que encontraram na estrada e têm o mapa, em vez de seguir aquelas que não encontraram” Phyllis.

 

4 comentários

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