Mário Kozel Filho – A memória que a esquerda quer apagar

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Nas vésperas do aniversário da morte do soldado, assassinado pelas mãos da ex presidente Dilma Rousseff (a guerrilheira assassina que virou presidente e levou o Pais a ruínas com a quantidade que ela e seu chefe, Luís Inácio Lula da Silva roubaram) quando tinha apenas 18 anos, a esquerda sádica e desocupada se organiza para tirar o artigo sobre Mário Kozel da Wikipedia.



 

CLIQUE AQUI E VEJA QUEM MATOU MAIS… OS COMUNISTAS OU OS MILITARES 

Seus pais nunca receberam qualquer remuneração pelo assassinato de Mário, porém a família dos comunistas recebem até hoje em decorrência do circo chamado: “A comissão da verdade”.

A comissão da verdade, nada mais é do que um circo montado pelo PT para as famílias dos comunistas que tentaram dar o golpe no Pais recebam dinheiro público sem ter que trabalhar.





Filho de Mário Kozel e Therezinha Lana Kozel, Mário Kozel Filho, o “Kuka”, tinha dezoito anos quando deixou de frequentar as aulas e de trabalhar na Fiação Campo Belo com o pai, gerente da empresa, para iniciar o serviço militar obrigatório no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares em Quitaúna, no município de Osasco, em 15 de janeiro de 1968.



 

Em Quitaúna passou a ser o soldado nº 1.803 da 5ª Companhia de Fuzileiros do Segundo Batalhão, 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares.

 

Segundo seu pai, ele cumpria o serviço militar obrigatório e não iria seguir a carreira de militar. “Seu sonho era o de montar uma oficina mecânica”.

DILMA ROUSSEFF E MÔNICA MOURA USAM A DATA DA MORTE DE MÁRIO KOZEL PARA FAZER UM E-MAIL FICTÍCIO:

Execução

Na madrugada de 26 de junho de 1968, após seis meses de iniciação no serviço militar, morreu em um atentado a bomba provocado por Dilma Rousseff e seus asseclas.





Dilma Rousseff, Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo. A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba.

A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.



Os militares que saíram gravemente feridos no atentado foram o coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau.





Kozel foi sepultado com honras militares no Cemitério do Araçá. No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.

Participaram da ação os seguintes integrantes da VPR: Dilma Rousseff, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, José Araújo de Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, Pedro Lobo de Oliveira e Eduardo Collen Leite, integrante da REDE, outro grupo guerrilheiro.

Renata Ferraz, chamada pelos militares e pela imprensa de “a terrorista loura”, guerrilheira da VPR e participante da ação, disse, trinta anos depois, que o atentado teve um motivação quase infantil.

Dias antes, o mesmo grupo havia assaltado um hospital militar para roubar armas e o então comandante do II Exército, general Manoel Rodrigues Carvalho de Lisboa, foi aos meios de comunicação dizer que o ato tinha sido covarde e sem heroísmo e que desafiava os guerrilheiros a fazerem isso nos quartéis dele.



A resposta da VPR aceitando a provocação foi lançar um carro-bomba contra o próprio QG do II Exército. Renata diz que os integrantes do grupo depois se penitenciaram por isso, ao cair na provocação do general e que o “atentado não serviu para nada, a não ser matar o rapazinho”.

Os pais de Kozel descobriram em 2007 que tinham direito à pensão pela morte do filho, a exemplo do que acontece com a família de Carlos Lamarca.

Em 2012 o O General de Divisão na Reserva do Exército Luiz Eduardo Rocha Paiva disse que iria investigar os atentados terroristas que mataram o jovem, assim como as violações dos direitos humanos cometidas pelo exército.

Segundo o General, a ex-presidente Dilma Rousseff integrava o VAR-Palmares, que lançou o carro bomba que matou o soldado e deverá depor a respeito do caso.

Homenagens

Em decreto de 15 de julho de 1968, Mário Kozel foi admitido no grau de cavaleiro no quadro ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Pós Morte da Ordem do Mérito Militar, pelo presidente da república Costa e Silva, que era o grão-mestre daquela ordem. Em consequência desse decreto, foi promovido, pós morte, à graduação de 3º sargento.

Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de “Avenida Sargento Mário Kozel Filho”.

Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei (PL-5508/2005) na Câmara dos Deputados, que inscreve o militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria.

Jair Bolsonaro apresentou também um projeto de lei (PL-1446/2007) promovendo-o, ao posto de capitão, o que possibilitaria aumento da pensão recebida pelos pais de Mário Kozel.






1 thought on “Mário Kozel Filho – A memória que a esquerda quer apagar

  1. kuá,kuá,kuá! O eleitor se guiou “Pelo ódio & pelo medo!” (que clichezaço!).
    E o PT, hein?…
    Buá!, buá, buá!
    PT vive de clichês publicitários elaborados por marqueteiros. Nada espontâneo. Mas apenas um frio slogan (tal qual “Danoninho Vale por Um Bifinho”/Ou: “Fiat Touro: Brutalmente Lindo”). Não tem nada a ver com um projeto de Nação. Eis:

    0.
    “Coração Valente”
    1.
    “Fica Querida”
    2.
    “Impeachment Sem Crime é Golpe”
    3.
    “Foi Golpe”
    4.
    “Fora Temer”
    5.
    “Ocupa Tudo”
    6.
    “Lula Livre”
    7.
    “O Brasil Feliz de Novo”
    8.
    “Lula é Haddad Haddad é Lula”
    9.
    “Ele não”.
    10.
    “Haddad agora é verde amarelo”. [rsrsrs].

    O PeTê é vigarista. Vive de mitos publicitários.

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