Ideologia de Gênero





Transgênero: 

Pessoa que se identifica com um gênero diferente daquele que lhe foi designado ao nascer

Não-binário:

Pessoa que não se identifica nem como homem nem como mulher




O que é ideologia de gênero?

A ideologia de gênero, na verdade, tem suas origens nas ideias dos pais do comunismo, Karl Marx e Friedrich Engels.(1)

Conhecida também como “Ideologia da Ausência de Sexo”, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino — são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados “papéis de género” (que incluem a maternidade, na mulher), que decorrem das diferenças de sexos alegadamente “construídas” — e que por isso, não existem —, são também “construções sociais e culturais”.

O que ela propõe?

A ideologia de gênero propõe, dentro dos parâmetros do MEC o seguinte: “Deixem as crianças se tocarem sexualmente livremente. Não intervenham em nenhum comportamento sexual de crianças e adolescentes dos alunos nas escolas. Se um aluno de 03 anos beijar a boca de um colega em sala de aula, a ideologia de gênero exige que o professor fique quieto, não intervenha”.

 

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O documento do MEC/Parâmetros educacionais do MEC é: “A manipulação curiosa e prazerosa dos genitais e brincadeiras que envolvam contato corporal nas regiões genitais são frequentes nos ciclos inicias com as crianças. A intervenção dos professores nessas situações deve se dá que aponte a inadequação de tais comportamentos no convívio escolar. Mas não cabe aos professores condenar ou aprovar a manipulação dos genitais pelas crianças do ensino infantil, fundamental 1 ou 2. Mas sim contextualizar(…) Mas não precisa comunicar aos pais. É a função da escola estabelecer os limites com os alunos de 05,06,07 e 08 anos, os limites do que pode ou não ocorrer em sala de sala.” Os pais não precisam ser informados que a criança esta tendo um comportamento sexual inadequado, inclusive dificultando a identificação de crianças que sofrem abuso sexual.

A escola serve pra instruir e ensinar. Cabe a família educar.

O Brasil esta na posição 63ª de 70 no exame do PISA. Precisamos de ideologia ou de uma base curricular descente? O que é melhor: Uma criança que não sabe se é menino ou menina ou uma criança que sabe resolver uma simples conta de adição?

Há adolescentes que sequer sabem interpretar um texto, mas muitos já são pais.

 

Porque criaram a ideologia de gênero?

Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse consequência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, esses autores afirmam que a família não é consequência da biologia humana, mas do resultado de uma opressão social produzida pela acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto. (1)

 

Tal ideologia é um crime em vários aspectos: primeiramente, se considerarmos a ideia de a administração central decidir o que o aluno deve ou não aprender, ignorando totalmente o direito de escolha dos pais em relação à metodologia de ensino desejada por eles. Segundo, pela atribuição dos municípios perante o Plano Nacional de Educação, que é a de fornecer a chamada educação básica, que vai do chamado maternal até o quinto ano do ensino fundamental; ou seja, esse tipo de ideologia seria ensinado para crianças de 0 a 10 anos, o que seria uma afronta dos atuais administradores governamentais, “especialistas” em educação, e de suas agendas panfletárias à educação formativa fornecida pelos pais de acordo com os seus preceitos, opiniões, crenças e tradições, numa clara forma de doutrinação ideológica.

Terceiro, que o gênero é um conceito ideológico que tenta anular as diferenças e aptidões naturais de cada sexo; e há ainda o quarto aspecto, que consiste em ignorar o indivíduo em prol da formação de militância e blocos coletivos.(1)

 

Não podemos deixar que o Estado tente definir o que é melhor para os nossos filhos em matéria de educação. É tarefa e direito dos próprios pais definir como esse tema será abordado e tratado nas famílias. Se os Planos Municipais de Educação forem aprovados tal como estão sendo propostos, os pais e mães brasileiros se tornarão reféns das agendas defendidas pelo governo, que, como já vimos anteriormente e como já ocorre em diversos lugares do país, distribui materiais “didáticos” que visam corromper precocemente as crianças brasileiras. Ou que se proponham novas soluções, como o voucher educacional, onde os pais escolheriam qual tipo de educação seu filho teria, com o governo apenas pagando a escola.(1)




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Referência:

1- Instituto Liberal

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