Benjamin Steinbruch quer ser vice de Ciro, mas Ciro quer aliança com PSB

Benjamin Steinbruch quer ser vice de Ciro, mas Ciro quer aliança com PSB

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O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, que foi alvo da Lava Jato em Novembro de 2017 após delação de Marcelo Odebrecht, onde foi acusado de pedir R$ 14 milhões para o ex-ministro Palocci e mais R$ 2,5 milhões para o presidente da Fiesp, Skaf, aguarda convite oficial de Ciro Gomes para compor a chapa a vice presidência.

O convite formal ainda não foi feito, porém Benjamin Steinbruch já foi consultado e aceitou o desafio. De acordo com a agência Reuters, embora não haja definição de quem será o vice na chapa, Ciro já sondou empresário.

“Ciro tem dito que o perfil que deseja para seu vice-presidente é alguém do setor produtivo e do Sul ou Sudeste. Ele acredita que é um complemento a seu perfil”, disse Cid Gomes, irmão do presidenciável e coordenador informal da campanha do pedetista. “Mas o partido só vai tratar da vice-presidência depois de resolver as coligações.” Segundo informação da Veja.

O PDT, no entanto, tem suas ambições apontadas para o PSB como possível aliado e Ciro pode optar por oferecer a vaga de candidato a vice aos socialistas, se isso for necessário para alcançar a aliança almejada por Ciro Gomes. O líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), admitiu que a vaga pode mesmo ir para o PSB e um possível nome é do ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda que por sua vez também constou na lista da Lava Jato em Abril de 2017 por receber vantagens eleitorais indevidas da Odebrecht, como pagamentos não contabilizados para financiar suas campanhas para a prefeitura e 2008 e em 2012.

Segundo a Revista Veja, “O PSB tem sido nosso esforço maior porque o partido não tem candidato. É deselegante tratar disso com um partido que já tem candidatura”, disse Cid Gomes.

Marcio Lacerda

Marcio Lacerda constou na lista da Lava Jato em Abril de 2017 por receber vantagens eleitorais indevidas da Odebrecht, como pagamentos não contabilizados para financiar suas campanhas para a prefeitura e 2008 e em 2012.

Mas a lava jato não é o único caso de corrupção de assombra o passado de Marcio Lacerda (PSB). Segundo informações da Folha de São Paulo, o ex-prefeito, no auge do mensalão, movimento mais de R$ 51 milhões, em apenas um ano, em sua conta de pessoa física, conforme revela a sua declaração de imposto de renda do ano de 2004.

Marcio Lacerda teve seu nome envolvido no mensalão quando ainda ocupava a Secretária Executiva do Ministério da Integração Nacional. Amigo de Ciro Gomes, ele deixou o ministério, em agosto de 2005, depois que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o publicitário Marcos Valério, apontado pela Procuradoria-Geral da República como operador do esquema, afirmaram, em depoimento á CPI, que Lacerda foi emissário no recebimento de recursos do valerioduto.

O valor de bens declarado á época por Lacerda foi de R$ 80 milhões. A movimentação é calculada de acordo com o pagamento de CPMF.

Ciro Gomes

 

Conhecido por seu temperamento explosivo e dificuldade em assumir atos propagados por si mesmo, como por exemplo negar a declaração que receberia a equipe de Sérgio Moro “á bala” e que Patricia Pillar contribuía para sua campanha dormindo com ele, Ciro Gomes também protagonizou cenas deprimentes como gritar com uma senhora na porta de um hospital público e ironizar o câncer de seu irmão, dizer que policias militares são “marginais fardados”, descer de um carro de som para agredir manifestante e agredir e xingar vizinhos quando os mesmos comemoravam a prisão de Lula, entre outros casos de rompantes de raiva, Ciro tem total apoio do Partido Comunista da China.

De acordo com o site ILISP, a “importância da candidatura” do nacionalista Ciro Gomes (PDT-CE) à presidência da República foi debatida pelo PDT junto ao Secretariado do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), por meio de seu representante, Du Qinglin, e outros delegados. A informação foi divulgada pelo próprio PDT em seu site oficial.

A reunião entre os comunistas chineses e o secretário-geral do PDT, Manoel Dias, ocorreu no dia 08 de julho de 2017, no Rio de Janeiro-RJ. De acordo com a nota divulgada pelo partido, o encontro foi importante para “defender a soberania e as riquezas nacionais, fundamentais para garantir a retomada do crescimento e independência do país”.

“Tudo o que for entregue pelo Temer, e atente contra a nação, será reestatizado no futuro governo do Ciro”, garantiu Dias, o qual também defendeu uma nação “justa, democrática e socialista”.

Para o representante do Partido Comunista da China, a visão anti-privatizações e a favor de mais estado do PDT é semelhante ao do PCC: “Os partidos têm semelhanças nas ideologias. Com base nos princípios de independência, estamos totalmente dispostos a fortalecer o intercâmbio, o conhecimento e a confiança”, declarou Du Qinglin.

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